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Cidades

Pedagoga encontrada sozinha na porta de igreja em 1989 busca família biológica em Goiás

Luanna Silva de Sousa foi localizada ainda criança em Trindade e hoje procura informações sobre suas origens

25/02/2026, às 14h02

A pedagoga Luanna Silva de Sousa, de 39 anos, iniciou uma mobilização nas redes sociais em busca de informações que possam ajudá-la a identificar sua família biológica. Ela foi encontrada sozinha no dia 26 de junho de 1989, com cerca de três anos de idade, na porta da Igreja Matriz de Trindade, sem qualquer documento de identificação.

Na época, o caso mobilizou padres da paróquia, assistentes sociais e autoridades locais. Foram realizadas tentativas de acolhimento institucional e buscas por familiares por meio da assistência social, da polícia e do Judiciário, porém sem êxito.

Sem informações sobre parentes ou cidade de origem, a criança passou a ser acolhida pela professora Terezinha da Silva Sousa, que assumiu seus cuidados. Inicialmente, a guarda foi concedida de forma provisória, com respaldo judicial. A adoção foi formalizada quando Luanna completou 17 anos.

Segundo relatos da mãe adotiva, a menina apresentava sinais de desnutrição, desidratação e diversas lesões pelo corpo quando foi encontrada. À época, as agressões teriam sido cometidas por pessoas com quem convivia, mas que não eram seus familiares.

Mesmo após as buscas realizadas pelos órgãos competentes, nenhuma informação sobre os pais biológicos foi localizada.

Atualmente, Luanna atua como intérprete de Libras e trabalha com produção de conteúdo para redes sociais. Mãe de dois filhos, ela afirma que sempre soube de sua história e que o desejo de encontrar respostas está ligado à necessidade de compreender sua trajetória e saber se possui irmãos biológicos.

Informações que possam contribuir com a identificação de sua família podem ser repassadas pelo telefone (62) 99640-1438.

O caso voltou a ganhar repercussão nas redes sociais e mobiliza internautas que compartilham a história na esperança de ajudar a reconstruir parte do passado da pedagoga.

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