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Cidades

Denúncia aponta professores com salários de até R$ 14 mil sem prestação de serviço em Arenópolis

Decreto assinado pelo prefeito reconhece serviços prestados à comunidade e determina homenagens oficiais

10/02/2026, às 18h02

Denúncia aponta professores com salários de até R$ 14 mil sem Uma denúncia considerada gravíssima chegou ao Jornal O+Positivo envolvendo a rede municipal de educação de Arenópolis. As informações apontam a existência de professores efetivos com remuneração superior a R$ 9 mil mensais, chegando a cerca de R$ 14 mil, sem o cumprimento da carga horária exigida para o cargo.

Segundo o denunciante, esses profissionais permanecem vinculados ao quadro do município e recebem integralmente seus vencimentos, mas não estariam atuando em sala de aula nem cumprindo regularmente a jornada funcional. Esse é apontado como o ponto central da denúncia.

Ao mesmo tempo, para garantir o funcionamento das aulas, o município tem recorrido à contratação de outros profissionais. De acordo com o relato, esses professores contratados estariam sendo remunerados com apenas um salário mínimo para ministrar aulas que já integram a estrutura regular da rede municipal de ensino.

A denúncia também envolve professores que mantêm vínculo simultâneo com o município e com a rede estadual de ensino. Segundo o relato, nesses casos, as atividades estariam sendo normalmente cumpridas no Estado, enquanto no município não haveria a mesma prestação regular de serviço, reforçando os questionamentos sobre o cumprimento da carga horária municipal.

As informações foram confirmadas ao Jornal O+Positivo por dois vereadores do município, que solicitaram a preservação de seus nomes. Segundo eles, os fatos relatados na denúncia existem e são de conhecimento interno da administração municipal.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação em busca de esclarecimentos. A secretária limitou-se a informar que os esclarecimentos deveriam ser tratados pela assessoria jurídica do município. O jornal reforçou que aguardaria manifestação formal da assessoria jurídica sobre os pontos levantados, mas, até o fechamento desta matéria, nenhuma nota havia sido encaminhada.

O Jornal O+Positivo informa que os fatos seguem em apuração. Todos os citados têm direito ao contraditório e à ampla defesa.

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