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Brasil

Brasileiro estabelece novo recorde mundial ao correr 188 km em esteira por 24 horas

O desafio foi realizado na Rio Academia, em Ipanema, no Rio de Janeiro, e terminou por volta das 9h desta quinta-feira (5 de fevereiro), após mais de um dia inteiro de esforço contínuo

06/02/2026, às 11h02

Foto: Divulgação

O multiatleta brasileiro Pepe Fiamoncini, de 35 anos, superou um desafio impressionante ao percorrer 188,3 quilômetros em 24 horas em uma esteira manual, um feito que deve ser homologado pelo Guinness World Records.

O desafio foi realizado na Rio Academia, em Ipanema, no Rio de Janeiro, e terminou por volta das 9h desta quinta-feira (5 de fevereiro), após mais de um dia inteiro de esforço contínuo. A distância percorrida equivale a mais de quatro maratonas seguidas.

Fiamoncini conta que sua trajetória no esporte começou quando ficou isolado durante a pandemia de Covid-19. Ao se ver em confinamento, ele passou a treinar com regularidade e decidiu se inscrever em provas de longa distância.

O atleta começou com triatlos de longa duração, como o Ironman, composto por natação, ciclismo e corrida, e depois avançou para o Ultraman, prova ainda mais exigente. Ele se apaixonou pela busca de limites e passou a mirar recordes oficiais.

Antes de buscar o Guinness com o desafio de 24 horas na esteira, Fiamoncini já havia conquistado outras marcas: em 2023, ele atravessou os 170 km do Salar de Uyuni, na Bolívia, em condições adversas de altitude e temperatura, e também completou a conhecida Travessia do Leme ao Pontal, nadando 36 km em mar aberto.

No ano passado, ele já havia estabelecido um recorde preliminar, cobrindo 110 km em 12 horas em esteira, o que serviu de preparação para o desafio atual. Durante os 24 horas de corrida, fez pequenas pausas apenas para cuidados básicos, como trocar de tênis ou ir ao banheiro.

O público também marcou presença: mais de 200 pessoas estiveram no local para acompanhar o desafio e incentivar o atleta — alguns até participaram de corridas em revezamento ao lado dele, reforçando o clima de apoio coletivo.

Fiamoncini agora espera a validação oficial do Guinness World Records, que verificará as imagens e registros do feito. E ele já pensa no próximo obstáculo: a ultramaratona Badwater, uma das provas mais duras do planeta, com 217 km no Vale da Morte, na Califórnia, em condições extremas de calor.

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