MENU

JORNAL O+POSITIVO - FUNDADO EM 2004

sexta, 17 de Novembro de 2017

É FÁCIL VER A DIFERENÇA, COMPARE!

PUBLICIDADE

Manchete

Fatores que não têm nada a ver com o sexo mas prejudicam a vida sexual

Médica Jamile Ribeiro, que possui mais de 30 anos de experiência, listou alguns itens que podem contribuir negativamente para o apetite sexual

07/11/2017, às 13h11

Jamile Ribeiro é médica terapeuta sexual

Que ter uma vida sexual saudável faz bem para o corpo e para a mente, todo mundo já sabe. Pesquisas confirmam que o sexo frequente, seguro e prazeroso traz benefícios para a saúde. Vida mais longa, menor risco de doença cardíaca, melhora a pressão arterial, a auto estima, alivia as dores, queima calorias, diminui os efeitos desagradáveis da menopausa e ainda aumenta a felicidade. Esses são alguns dos benefícios que a prática do sexo traz para o ser humano.

Acontece que, segundo a médica e terapeuta sexual Jamile Ribeiro, existe uma linha tênue entre os benefícios do sexo e os fatores que distanciam as pessoas dos efeitos positivos proporcionados pela prática sexual. “São fatores que estão presentes no cotidiano do ser humano, nada têm a ver com os problemas orgânicos nem com sexo, mas que atrapalham a vida sexual”, esclarece.

Segundo Jamile, que possui mais de 30 anos de experiência, “as questões orgânicas são os distúrbios hormonais e psíquicos como depressão e ansiedade e disfunções sexuais como a diminuição da libido, dispareunia, anorgasmia e vaginismo nas mulheres e ejaculação precoce e disfunção erétil nos homens”.

A médica explica que os fatores que nada têm a ver com sexo mas que prejudicam a vida sexual são o “sedentarismo, insônia, estresse, falta de tempo, rotina, álcool em excesso, mulher com baixa auto-estima, cansaço, medicamentos para depressão, hipertensão e diabetes”, alerta Jamile Ribeiro.

De acordo com a profissional, é “importantíssimo” tentar resolver ou corrigir o que esteja atrapalhando o desempenho sexual, mas a “busca por hábitos mais saudáveis que favorecem a qualidade de vida dentro e fora da cama podem colaborar e muito”. “Além disso é bom que o casal dialogue, tenha paciência, abrace, toque, demonstre afeto, continue namorando, divida as tarefas domésticas, pare de reclamar, tenha auto confiança – mulher segura é sexy – e não leve problemas para a cama”.

“Se mesmo assim as mudanças no desejo ou no desempenho sexual continuarem, pode ser sinal de que algo não esteja bem. Procure ajuda de um profissional na área para uma boa orientação”, finaliza Jamile.

 

Veja também

PUBLICIDADE